A quantidade de pessoas empregadas subiu de 19,7 milhões para 19,8 milhões

A taxa de desemprego total permaneceu estável em 10,9%

A taxa de desemprego total permaneceu estável em 10,9%

As estimativas de desemprego ficaram estáveis em julho deste ano, de acordo com a PED (Pesquisa de Emprego e Desemprego) do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O total de profissionais sem trabalho no conjunto das sete regiões onde a pesquisa é realizada manteve-se em 2,42 milhões pessoas. A taxa de desemprego total permaneceu estável em 10,9%.

Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto passou de 8,7% para 8,6% e a de desemprego oculto manteve-se em 2,3%. A taxa de participação permaneceu em relativa estabilidade, ao variar de 59,9% para 60,1%, entre junho e julho.

Em julho, o nível de ocupação aumentou 0,5% em relação ao mês anterior. A criação de 107 mil postos de trabalho, em número semelhante ao de pessoas que ingressaram no mercado de trabalho (107 mil), resultou na estabilidade do contingente de desempregados. O total de ocupados, nas sete regiões investigadas, foi estimado em 19,82 milhões de pessoas e a PEA (População Economicamente Ativa ), em 22,25 milhões.

A taxa de desemprego total reduziu-se em Salvador e São Paulo, manteve-se relativamente estável em Fortaleza e Porto Alegre, não variou no Distrito Federal e aumentou em Recife e Belo Horizonte.

Já o nível de ocupação elevou-se em Salvador (1,7%), Belo Horizonte (0,7%), São Paulo (0,7%) e Distrito Federal (0,5%), permaneceu relativamente estável em Fortaleza (0,1%) e Porto Alegre (-0,1%), e reduziu-se em Recife (-0,7%).

Setor

Segundo os setores de atividade econômica analisados, no conjunto das regiões, o nível ocupacional cresceu na indústria de transformação (54 mil novos postos de trabalho, ou 1,9%), no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (46 mil, ou 1,2%) e na construção (11 mil, ou 0,7%) e manteve-se relativamente estável nos serviços (eliminação de 7.000 ocupações, ou -0,1%).

Salários

Em junho de 2013, no conjunto das regiões pesquisadas, mantiveram-se praticamente estáveis os rendimentos médios reais de ocupados (-0,1%) e assalariados (0,3%). Seus valores  monetários passaram a equivaler a R$ 1.610 e R$ 1.664, respectivamente.

O rendimento médio real dos ocupados reduziu-se em São Paulo (-0,8%, passando a equivaler R$ 1.735) e Belo Horizonte (-0,6%, R$ 1.616), manteve-se inalterado em Porto Alegre (R$ 1.699) e aumentou em Salvador (3,4%, R$ 1.131), Recife (1,5%, R$ 1.210), Fortaleza (0,7%, R$ 1.089) e Distrito Federal (0,6%, R$ 2.263).

Em junho, no conjunto das regiões pesquisadas, pouco variou a massa de rendimentos dos ocupados (0,3%) (Gráfico 1) e elevou-se a dos assalariados (1,1%). Tal comportamento deveu-se, no primeiro caso, ao aumento da ocupação, uma vez que o rendimento médio real manteve-se relativamente estável e, no segundo, principalmente, ao crescimento do nível de emprego.

Fonte: R7.com

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